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filme da semana

Filmes de julho! – parte 1

- filmes, TV
Julho chegou ao finalzinho e não consegui ver todos os filmes que queria! Especialmente Monsters University. Mas assisti bons filmes e queria compartilhar com vocês aqui no blog. Um dos primeiros filmes que assisti esse mês foi um beem velhinho, que apareceu como sugestão pra mim no Netflix, daí decidi arriscar, porque todo filme que tem Sandy B. só pode ser bom. 

Forças do destino

O filme é bem antigo, e eu não achei assim, a melhor comédia romântica da minha vida, e tem um final bem bestinha, mas adoro da Sandra e todo filme que ela faz, pra mim, vale a pena. Adoro o estilo maluquinha dela no filme, e mesmo não gostando muito do Ben Affleck, acho que formaram um casal bonitinho no filme. 
Adoro cinema: A caminho de sua cidade natal para casar-se, Ben (Ben Affleck) sofre um acidente aéreo. Receoso de pegar outro vôo, decide por seguir viagem por terra, tendo apenas 48 horas para chegar cidade antes do horário marcado para o seu casamento com Bridget (Maura Tierney). Porém, durante o caminho Ben se encontra com Sarah (Sandra Bullock, uma atrapalhada e aventureira jovem que segue caminho juntamente com ele, fazendo com que os dois redefinam suas prioridades para o futuro.

Cadillac Records

Taí um filme que eu não sei o que dizer sobre ele, porque também não sabia o que esperar dele, rs. Queria ver o filme porque acho super interessante filmes baseados em vidas de artistas, e também acabei vendo o filme mais pela participação da Beyoncé, por algum motivo achei que seria bom como foi Dreamgirls, mas na verdade, não é um filme que é bom ou ruim, é apenas um filme que conta como as coisas aconteceram em uma determinada gravadora em um determinado tempo histórico nos EUA. Pra mim, é isso. E a Bey nem aparece tanto, haha.

Adoro cinema: O Chess Records é um pequeno estúdio musical, que de início trabalha o blues, tendo como principais ícones Muddy Waters (Jeffrey Wright) e Little Walter (Columbus Short). Leonard Chess (Adrien Brody) é o produtor do estúdio e tem um ouvido refinado para identificar diferentes tipos de música. Ele acredita que pode ganhar dinheiro ao assinar com talentos ascendentes do meio musical, como o compositor Willie Dixon (Cedric the Entertainer) e Howlin’ Wolf (Eamonn Walker). Leonard os trata como se fosse parte de sua família, o que não é algo simples pela grande quantia gasta para que esta situação aconteça.

Jack Reacher – o último tiro

Gente pára tudo! Nunca vai exsitir um filme com meu Tom que eu não assista. Isso vale até pra Vanilla Sky e Magnolia, que eu DE-TES-TO. Mas esse filme é muito, muito bom. Não que eu curta filmes de porrada e tiro, sabe como é, na verdade essas cenas me dão arrepios. Mas Jack Reacher não é desses filmes bobos que não tem história e os personagens ficam só se metendo em briga toda hora. O enredo do filme é bom, ele te prende a atenção, e não só pelo Tom Cruise em si, mas pela história toda. É um filme bom pra ver com o namorado, já que ele não vai dormir no meio do filme, rs.

Adoro cinema: Um crime brutal foi cometido contra cinco pessoas ao mesmo tempo e um atirador de elite, veterano de guerra, foi acusado pelos assassinatos sem muita chance de defesa. Durante o interrogatório, ele cita apenas o nome de Jack Reacher (Tom Cruise), um ex-combatente com inúmeras condecorações, dado como desaparecido para o governo e autoridades. Só que ele aparece do nada e resolve investigar por conta própria o tal mistério. Sua teoria é que existe uma ligação entre as mortes e o verdadeiro responsável tem outros interesses, procurando desviar a atenção. Só que Jack não desiste da verdade e tem um jeito especial de fazer a sua justiça, doa a quem doer.

Minha mãe é uma peça

Toda vez que assisti um filme brasileiro, foi por puro acaso. Sabe quando você chega na sala e alguém está assistindo um filme, e você acompanha? Pois é. Com esse filme não foi diferente. Saí pra assistir Meu malvado favorito e o cinema tinha mudado o horário das sessões, então, pra não perder a viagem, topamos ver esse filme. E foi simplesmente ótimo, porque eu nunca teria saído de casa para ver um filme nacional (preconceito fail) e o filme é muito, muito, muito bom! Engraçadíssimo, desses que você ri do começo ao fim, a personagem principal é divertidíssima, e foi sem dúvida o melhor filme que já vi nos últimos meses. Recomendo pra todo mundo que gosta de se divertir e dar risada, e que tem, como eu, esse preconceito com filmes nacionais.

Adoro cinema: Dona Hermínia (Paulo Gustavo) é uma mulher de meia idade, divorciada do marido (Herson Capri), que a trocou por uma mais jovem (Ingrid Guimarães). Hiperativa, ela não larga o pé de seus filhos Marcelina e Juliano (Mariana Xavier e Rodrigo Pandolfo), sem se dar conta que eles já estão bem grandinhos. Um dia, após descobrir que eles consideram ela uma chata, resolve sair de casa sem avisar para ninguém, deixando todos, de alguma forma, preocupados com o que teria acontecido. Mal sabem eles que a mãe foi visitar a querida tia Zélia (Sueli Franco) para desabafar com ela suas tristezas do presente e recordar os bons tempos do passado.

O filme é tão bom, que vou deixar aqui o trailer pra vocês, não deixem de assistir!!!

Filme da semana: O que esperar quando você está esperando

- filmes, TV

Oi gente, tudo bem? Faz um tempinho né? Então, hoje eu vim falar pra vocês de um filminho que eu queria ver desde que eu ouvi falar, e nem tanto pelo filme em si, mas pelo elenco que eu curti bastante, e por isso mesmo já sabia que seria um bom filme. O que esperar quando você está esperando é originalente um livro, desses que toda grávida deve comprar, muito comum  lá nos EUA. A versão filme é uma comédia bem divertida sobre casais que estão “grávidos” mas que não necessariamente tem relação um com o outro, bem no estilo Idas e vindas do amor, esse tipo de filme tá cada dia mais comum.

O filme conta a história de Marco (Chace Crowford) e Rosie (Anna Kendrick), um casal jovem que descobre uma gravidez por acaso, Jules (Cameron Diaz) e Evan (Mathew Morrison) que se conhecem num programa estilo dança dos famosos e vão aprender a conviver durante a gravidez, e o casal mais legal na minha opinião haha Holly (Jennifer Lopez) e Alex (Rodrigo Santoro) que estão tentando adotar. E no elenco ainda tem Chris Rock,  Dennis Quaid e Elizabeth Banks.

A história mostra a gravidez sobre diversos (e divertidos) ângulos, e é bem divertido mesmo pra quem não está ou nunca ficou grávida. É uma comédia não necessariamente romântica, mas dessas boas de ver quando a gente tá sozinha em casa e quer dar boas risadas. Meu marido curtiu o filme, mas não sei se o tema gravidez é uma boa opção pra ver com o namorado, hahaha.
Amei ver a atuação do Rodrigo Santoro gente, ele tem um papel bem legal no filme e acho que ele e a JLo fazem um casal muito muito fofo. Curti pra caramba ver nosso liiiiiindão lá, super brasileiro e com um papel de destaque, mesmo que não seja um grande filme. Vou deixar um trailer pra vocês assistirem, vale a pena!

Filme da semana: Quando Paris Alucina

- filmes, TV
Quanto tempo não rola essa tag aqui no blog né gente? Deve ser culpa de não ter nenhuma locadora aqui perto da casa nova. E os filmes que eu vejo no Tele Cine não são lá grande coisa, e não gosto de postar aqui  se não tenho nada de relevante pra falar do filme. Mas essa semana tava limpando a prateleira dos DVDs aqui em casa e encontrei esse filme, e tive que vir falar pra vocês. Quem lê o blog há um tempinho sabe que eu sou fãzoca de carteirinha de Audrey Hepburn, mesmo antes de Blair Waldorf fazer a cabeça das moças por aí, e por isso eu tenho uma coleção com os principais filmes feitos pela atriz. Um dos meus títulos favoritos filmados com ela é exatamente esse, muito pouco conhecido no Brasil.

Quando Paris Alucina é um típico filme antigo, cheio de romance, com uma pitada de aventura e esse toque que só a Audrey sabe dar aos filmes. O filme é cativante, fofo e eu sou apaixonada por ele! Os figurinos de Audrey no filme são todos criados por Givenchy, e o filme mostra diversos lugares da cidade luz ao longo da trama.

O filme conta a história de Richard, um roteirista que contrata Gabrielle para ser sua assistente datilografando seu novo roteiro de um filme chamado “A garota que roubou a Torre Eiffel”. Acontece que Richard tem só dois dias para escrever essa história, e ele e Gabrielle descobrem uma nova forma de escrevê-la, enquanto vivem a própria história.

Quando Paris alucina é um daqueles filmes que a gente assiste sem perder um pedacinho, mas que às vezes é bobo e previsível como todo romance desses mais antiguinhos. Recomendo pra quem curte a leveza dos filmes dessa época, e pra quem curte uma boa comédia romântica.Só pela participação da Audrey no filme já vale assistir, ainda mais se vocâ for fã como eu!

Eu comprei meu DVD por R$19,90 na Livraria Cultura no ano passado, cheguei a ficar na fila de espera porque esse era um filme não muito conhecido que não era fácil de encontrar, mas hoje já existe uma nova coleção dos principais filmes estrelados pela Audrey com capas lindas e uma luva holográfica pelos mesmos R$19,90 em quase todas as livrarias e grandes lojas como Americanas e Walmart. Minha irmã comprou há um tempinho no Walmart o filme Cinderela em Paris, dessa mesma coleção, por R$ 9,90. Confere o post no blog dela.

Quando Paris Alucina 
Audrey Hepburn, William Holden
EUA, 1964

Alexander Meyerheim (Noel Coward) é um produtor de Hollywood que contratou Richard Benson (William Holden), um roteirista, pois gostou do título da história prometida por ele: “A Moça que Roubou a Torre Eiffell”. Porém, nenhuma das 138 páginas que deveriam existir foram escritas, pois em vez de trabalhar no roteiro Benson ficou bebendo e se divertindo. Dois dias antes da chegada do produtor a Paris, Richard contrata Gabrielle Simpson (Audrey Hepburn), uma secretária temporária, para ajudá-lo a fazer o trabalho. Porém, o serviço toma um rumo inesperado.
*Sinopse via Adoro Cinema

Filme da semana: Eu sou o número 4

- filmes, TV

Pessoas, tudo bem? Agora já estou um pouco mais tranquila com relação aos trabalhos da faculdade, e por iso, o blog está retornando, aos pouquinhos, com passinhos de bebê. O filme essa semana não pe muito o meu estilo, mas era um filme que eu tinha curiosidade de assistir. Sábado, friozinho, sem nada pra fazer, a gente passa pelo Telecine e tá anunciando “Eu sou número quatro”, após o intervalo. Corre pra cozinha, pega umas rapaduras de melado, aquelas bem de São João, e volta pro sofá pra ver o filme. 

O filme é bem legal, os personagens não são muito complexos, e o filme vai te envolvendo, aos poucos, até o final. No começo, achei i filme meio bobo, e achei o John um babaca. Mas depois você vai mudando sua percepção, e se encanta com o garoto, como o esperado, haha. Minha grande curiosidade nesse filme era ver Diana Agron fora do Glee, e agora sou ainda mais fã dela do que antes. Em nenhum momento do filme pensei na Quinn Fabray, e embora não tenha gostado do final do personagem dela, sua participação foi bem legal.
 Achei a maquiagem dos vilões meio tensa, tipo aqueles ETs de Jornada nas Estrelas, meio humanóides, enfim. Também achei que eles tinham uma pegada meio Blade (o vampiro) e hoestamente, não acredito que ETs sejam estilosos. Claro que tipo, os mocinhos da história se misturam entre os humanos, e tals, mas, sei lá. Não curti os ETs do mal. Mas o filme é muito bom, e embora tenha achado o final meio besta, é propício para que venham outros depois desse. Será?

Eu sou o número quatro
Alex Pettyfer, Diana Agron, Teresa Palmer
Disney, 2011

Nove alienígenas fugiram do planeta Lorien, onde eram conhecidos por números, para se esconder na Terra. O objetivo era se esconder dos Mogadorians, inimigos que precisam eliminar todos eles – e na ordem certa – para que poderes especiais não possam ser usados contra eles no futuro. A caçada já começou e os números Um, Dois e Três já foram assassinados. O número Quatro vive disfarçado entre os humanos, como John Smith (Alex Pettyfer), ajudado por seu protetor Henri (Timothy Olyphant) na tranquila cidade de Paradise, em Ohio. Enquanto descobre seus novos poderes, Smith conhece a estudante Sarah Hart (Dianna Agron) e se apaixona por ela, colocando em risco a vida de ambos e o futuro de sua raça, porque o inimigo já o localizou. A sua sorte é que a número Seis (Teresa Palmer) também o encontrou e ela pode ajudar na batalha.
*Sinopse retirado do site Adoro Cinema

Lembram semana passada, que eu fiz uma listinha dos filmes que eu queria ver? Bom, alguns minutos depois de terminar o post, troquei de canal,e estava começando “Cadê os Morgan?”, e mesmo com um trabalho enorme pra fazer, não pude deixar de assistir. O filme é mesmo muuito bom, e o Hugh Grant não estragou o filme, pela primeira vez na minha vida, haha.

Filme da semana: fiquei na vontade…

- filmes, TV
Essa semana a tag vem um pouquinho diferente. Mas tem um bom motivo. É raro eu passar uma semana inteirinha sem ver um filme sequer. Mas essa semana, não tive tempo pra absolutamente nada. Não vi minhas séries, não vi nenhum filme, não saí pra nenhum lugar divertido, não encontrei meus amigos. O motivo disso tudo? Último ano da faculdade. Propostas de estágio e o famoso Trabalho de Conclusão têm me tirado o sono. A parte boa foi que nesse sábado fizemos as fotos de estúdio pros convites da formatura, e logo faremos as fotos ao ar livre. Muito legal. Mas não deu pra cumprir a tag. Não do jeito certinho. Por isso vou deixar aqui uma listinha dos filmes que pretendo ver nas próximas semanas, quando passar essa loucura toda. 
Amor e outras drogas
Jamie (Jake Gyllenhaal) é um vendedor que trabalha no cruel universo farmacêutico e usa seu charme tanto no trabalho quanto com as mulheres para se dar bem. Enquanto tenta bater o recorde de maior número de vendas, ele cruza seu caminho com Maggie (Anne Hathaway), uma mulher de espírito livre que não quer se prender a ninguém, e ele tem uma surpresa. A evolução no relacionamento deles faz com se encontram sob influência de uma droga: o amor.


Comecei a ver no Tele Cine e tive que sair. Trágico. Eu sou fã da Anne e nem precisa dizer nada sobre essa beleza que é o Jake Gyllenhaal néah? Tou doida pra ver, só passar essa doideira.
Cadê os Morgan?

Dois nova-iorquinos bem-sucedidos, Paul e Meryl, estão prestes a se divorciar. Mas, quando eles se tornam as únicas testemunhas de um assassinato brutal, a polícia os esconde no Wyoming e eles precisam ser mantidos juntos. Agora, estes durões têm de sobreviver às agruras climáticas, aos ursos, ao ar puro e ao período forçado de tempo um com o outro, isto é, se eles querem sair desta vivos…

Adoro o Sarah Jessica Parker, e achei o trailer muito engraçado. Tenho um pouquinho de receio, porque tenho uma cisma com o Hugh Grant de que ele tira toda a graça dos filmes, mas vou arriscar, porque quero ver esse tem um tempinho já.

Idas e vindas do amor

‘Idas e Vindas do Amor’ nos traz um elenco de astros e estrelas vivendo as histórias de um grupo de habitantes de Los Angeles com pouco em comum, cujas vidas se cruzam, em meio a romances e corações partidos, durante um Dia dos Namorados. Casais e solteiros vivenciam os altos e baixos de encontrar, manter ou terminar relacionamentos no dia do amor.

 

Muitas carinhas conhecidas, Taylor Swift mega fofa como cheerleader, Taylor Lautner sedução, Ashton Kutcher ehistórias divertidíssimas, como não querer ver esse filme? Metade do planeta já viu, e eu ainda não! Pra ver a quanto tempo eu não piso dentro de uma locadora de DVD!

Noite de ano novo

Enquanto ‘Idas e Vindas do Amor‘ se passa no Dia dos Namorados, ‘Noite de Ano Novo‘ acompanha personagens durante a véspera de Ano Novo. O filme celebra o amor, a esperança, o perdão, uma segunda chance e um novo começo, no entrelaçamento de histórias de casais e solteiros, em meio à pulsação e promessas da cidade de Nova York, na noite mais deslumbrante do ano.

Segue o mesmo estilo do outro, mas com me boy magia Zac Efron, que por si só já é um motivo pra se assistir, neah? Gosto desse tipo de filme, e esse já está na minha listinha.

*As informações sobre os filmes foram extraídas do site Cinepop.