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Papo noiva: Minha cerimônia religiosa

- casamento

Como eu já disse aqui, meu casamento foi bem simples, sem muita pompa, mas fiz questão de que tudo fosse de bom gosto, e o mais semelhante ao casamento dos sonhos que coubesse no nosso orçamento. Desde pequena, sempre quis um casamento como o dos filmes, ao ar livre, com aquelas cadeirinhas tiffany e uma tenda cheia de flores. Bom, a grana não deu pra tanto, mas conseguimos fazer a cerimônia ao ar livre, e tinham cadeirinhas, só não eram tiffanys, haha. Escolhemos o salão da AABB, por ter um espaço grande do lado de fora, que permitisse a montagem da nave e do altar.
Pedi para a decoradora montar tudo saindo da porta lateral do salão, para que os convidados não me vissem entrando. Ela montou um arranjo de 50 cadeiras de cada lado, e criou uma espécie de altar com muitas malhas e um console de madeira com flores. Simples e bonito! Do jeitinho que eu queria. O único problema foi que quando eu marquei a data do casamento, achei que ainda estaria um pôr-do-Sol por volta das sete horas, mas na verdade meu pai acabou se atrasando e a cerimônia saiu às 19:30h, e já estava noite.


Um dos nossos dilemas ao fazer a cerimônia ao ar livre foi quem realizaria, de fato, a cerimônia. Fomos ao cartório pedir para que o Juiz de Paz a fizesse. Além de nos cobrar uma taxa de 300 reais para o deslocamento, foi cobrada uma taxa de 120 reais de combustível, e fomos informados de que se houvesse mais de dois minutos de atraso, o juiz iria embora e nós não teríamos nosso dinheiro de volta. Foi um desespero. Padres não casam fora da igreja, e o reverendo da Igreja Anglicana nos cobrou 650 reais para ir até o salão. Muito religioso da parte dele ficar nos explorando, né? Chorei minhas pitangas porque não queria me casar na igreja, até porque não curto muito a religião católica, e tenho um marido que é quase ateu. Por acaso contei minha ladainha para minha tia, que é evangélica, e ela me apresentou o pastor Euclides, pessoa maravilhosa, que celebrou nosso casamento de forma muito diferente, divertida, e sem cobrar um tostão. Todos gostaram, a cerimônia foi super agradável, e no final tudo deu certo.

Como nos filmes, quis que as minhas madrinhas usassem todas a mesma cor de roupa, porque seria muita judiaria fazê-las usar o mesmo modelo de vestido, já que temos loira, morena, alta, baixa, gorda, magra, periguete, discretas, etc. Uma outra escolha foi de que todas carregassem um buquê de flores, e achei muito fofo a sugestão da florista de fazer um amarrado de mosquitinho com uma fita lilás, da cor dos seus vestidos. Ficou fofo e discreto, como eu queria. Os padrinhos não combinaram traje porque além de ser bem mais caro, a maioria não queria colocar gravata lilás. Ah, esses homens, viu? A coisa mais fofa de tudo sem dúvida foi minha daminha linda, a Duda. A Dudinha dança com a gente lá no CTG, e é neta da nossa coordenadora, a Tia Neiva. A gente tava superpreocupado porque não temos meninas na família, e por isso, não teríamos uma daminha. Daí que umas duas semanas antes do casamento, aparece a Dudinha no nosso ensaio. Bateu a ideia, a avó dela topou, a mãe também valeu Letícia! e a Duda amou a ideia. Daí era procurar um vestido, com 15 dias de antecedência, pra ela usar no casamento. Nas lojas de aluguel daqui da minha cidade, um vestido de daminha tá custando 250 reais, por uma noite, e parecem mini vestidos de noiva. Não era isso que eu queria. Queria que a Duda parecesse uma criança, não uma boneca. Queria um vestido florido, leve, sem 30 saias de tule e um bambolê para segurar a armação. Me revoltei master. Fui até a loja de tecido, gastei 30 reais, sentei na máquina de costura e fiz um vestidinho do jeito que eu queria, e pude dá-lo de presente pra ela, que ficou toda faceira com o mimo.
E no final, foi tudo muio rápido, muito lindo, e na verdade não me lembro de muita coisa, é engraçado. Não fui uma noiva chorona, morri de vergonha de falar na frente de todos, e me lembro de tremer o tempo todo. Espero que vocês tenham gostado de ver mais esse pedacinho do meu casório e em breve trago mais fotos pra vocês verem. Beijinhos!

Papo noiva: Making-Off do meu casamento!

- beleza
Bom, como diz o ditado, antes tarde do que nunca… Depois de pegar as fotos no estúdio, e do álbum passar de casa em casa, pra família ver as fotos, finalmente consegui ficar com o álbum em casa tempo suficiente pra escanear as fotos e mostrar pra vocês. A qualidade está ruinzinha, porque como eu disse, foi tudo escaneado, ainda não tive $$$ pra pegar os arquivos digitais, porque né? São quase 300 fotos! Não tem uma grande quantidade de fotos hoje no post, mas prometo que aos pouquinhos vou mostrando tudo pra vocês. Hoje vou falar sobre meu make e cabelo!

Como o casamento todo foi muito simples, e com um ar rústico e campestre, não quis abusar nem no vestido nem na make. Também não me sinto confortável estando toda montada, e realmente acredito na máxima de que menos é mais. Quis um cabelo bem mais solto, e optei pelo crespo, porque acho que além de deixar o look mais arrumado, tem mais minha cara, já que sou crespinha de nascença.

Santo Felipe operando milagres.

Quem cuidou de mim e das minhas madrinhas nesse dia foi a lindeza do Felipe, lá do salão do Edu Freitas, E gente, que povo mais amado! Todo o pessoal do salão é maravilhoso, tomamos champagne importada, fizemos bagunça, nos vestimos e tudo lá, tratamento nota mil.

As madrinhas Karen, Lyka, eu, e a Erika sentadinha. Faltou a super Mari que tava fazendo o cabelo.

Todas as meninas ficaram lindonas com cabelo e make, e um show de tranças rolou na cabeça dessas madrinhas, haha. A Lyka foi de trança embutida estilo lagosta, coisa de outro mundo, a Érika também foi de trança embutida, mas a dela fazia a volta na cabeça, um lusho só, e a Karen foi de trança embutida lateral. Cada uma em um estilo, todas divas!

Pra make, quis também uma coisa bem simples. olho esfumado em marrom com delineado bem tranquilo, bastante bronzer pra combinar com o colo vermelhão de sol, e batom rosa forte pra destacar a morenice. Aliás, esse batom rosa foi um bafão pra acertar, Felipe tinha mil batons rosa no salão, mas nenhum era esse tom pink matte que eu queria, acabei usando o batom da Mari, que era certinho o que eu queria, haha.
Aqui a maquiagem tava meio pronta, mas dá pra ver a delicadeza do esfumado, só pra dar uma destacada no olho. Tenho muita insegurança com maquiagem no verão, porque fico com um tom bem alaranjado na pele (juro que não uso auto bronzeador, mas eu morava na praia, xD) e nunca sei que tom de make fica melhor. Mais um motivo pra optar pelo básico, até porque não quero olhar as fotos depois e me arrepender, né?
Aqui o resultado, make e cabelo prontos, e o fotógrafo escondidinho lá atrás. Batom pink matte que deu trabalho, olho sem exagero e cabelo com muito volume, pra compensar a densidade do preto na cor. Gente, vai dizer que esse salão não ajuda muito nas fotos? Recomendo para todas, o Edu é um amor, o Felipe nem se fala, e o salão é doido de chique e o atendimento é nota dez. 
Espero que tenham curtido o post meninas, semana que vem eu venho falar de cerimônia religiosa. Beijocas!

Papo noiva: Faltam 15 dias!!!!!

- Sem categoria
Sim, está mais perto do que nunca, e a ficha ainda não caiu. Não estou fazendo o tipo noiva neurótica, como pensei que faria, na verdade estou tranquila até demais. E isso pode ser ruim, porque vou deixando tudo pra depois, afinal, na minha cabeça, falta praticamente um ano pro meu casamento. O fato é que não me vejo como noiva, como pessoa adulta, e casamento pra mim é uma coisa muito adulta. E isso, bom, this is bad.
Mas neuras e psicanálises a parte, tenho um cronograma montadinho aqui, e embora eu não o siga muito à risca, algumas decisões já foram tomadas, e outras ainda serão surpresa. Não contarei nada aqui no blog antes do dia chegar, afinal, que graça teria? Mas como eu também sou um pouquinho exibida, vou deixar aqui algumas dicas sobre o que esperar e principalmente sobre o que não esperar no nosso casamento:
Cerimônia

Bom, quem me conhece sabe que depois de algumas aulas de História não sou uma pessoa que concorda com a Igreja Católica e seu mar de hipocrisia. Por isso, não faremos a cerimônia numa igreja. Acreditamos em Deus sim, mas nossa forma de pensar não nos permite concordar com essa crença. E na verdade, 90% das pessoas fazem cerimônias em igrejas por hábito, não por uma opção religiosa. E você que acabou de torcer o nariz, quantas vezes você foi na missa esse ano mesmo hein?
Desde pequena sempre quis um casamento como nos filmes, ao ar livre, ao pôr-do-sol, com damas de honra e um lindo jardim de fundo. Bom, não posso ter todas essas coisas, mas algumas delas vão estar presentes. 
Cortejo

Não somos um casal tradicional. Somos jovens, alegres, e as únicas pessoas que precisam ser agradadas nesse dia somos nós. Por isso, nem tudo será como manda o figurino. Mas não se preocupem: o noivo não vai chegar de pára-quedas, nem a noiva vai aparecer numa carruagem feita com uma abóbora mágica. Mas não se espantem se não virem uma porção de daminhas de três anos de idade afogadas em babados e casais de padrinhos com 60 anos de idade. Acho lindo quando um casamento tem a cara dos noivos. E duvido que a cara da maioria dos noivos seja um altar cheio de tios ricos de 60 anos e um padre cricri dizendo que sexo antes do casamento é pecado. #sinceridademaster
Festa

Aqui segue a mesma linha de pensamento: Quem decretou que casamento tem que ter vinte mil metros de panos enrolados em mesas iluminadas com luzes coloridas e um horrível tapete vermelho na porta do salão? Repito: não somos um casal tradicional, e adoramos uma festa. Por isso, preparem-se. Esse não vai ser um casamento chato.
É claro que eu não iria entregar o ouro sobre a minha festa aqui no blog, né gente? Mas prometo ir contando as coisas aos pouquinhos conforme elas forem acontecendo. Queria agradecer as minhas madrinhas perfeitas Mari, Marceli, Lyka e Erika, porque elas têm sido mais do que irmãs nesses dias! Esperem mais novidades aqui no blog! Beijos!

Papo noiva: Nosso Bar de Panela

- Sem categoria
Faz tempo que essa tag não aparece aqui no blog. Mas acontece que esse sábado foi nosso Bar de Panela. Embora tenhamos sido um pouco boicotados por causa do show do Michel Teló no mesmo dia, a festa estava boa, e as pessoas realmente importantes, aquelas que não consideram uma celebridade de quinta categoria melhor que amigos e/ou familiares, nem ficaram em casa coçando o saco estavam lá. A festa foi muito simples, nós mesmos fizemos toda a decoração, e contando com a ajuda das madrinhas @Lykabrum e Marceli, ficou tudo muito fofo!
Queria dizer obrigada a todos que compareceram, e que vocês são muito importantes pra nós! Espero que tenham gostado do post! Beijos!

Papo noiva: A hora do chá

- decoração
Uma coisa complicada quando a gente está nessa fase pré-casamento é o tal chá. Quando eu era pequininha do tamanho de um botão, minha mãe ia a milhares de chás de panela. É claro que agora as coisas já não são tão fáceis. Além do chá de panela, existe o chá-bar, o chá de lingerie, e semana passada minhas amigas me contaram do tal chá do quilo. 
Bom, se eu pudesse eu fazia todos esses chás. Mas o caso é que nem meu bolso nem o dos convidados é de ferro, e a pessoa aqui se viu obrigada a escolher um desses chás apenas. Aí é que começou o enrosco. Qual chá escolher?
Chá de panela ou Chá de cozinha
Tradicionalmente, é aquele chá onde você convida toda a mulherada da família, as pessoas te dão de presente utensílios para a casa, pintam sua cara toda e depois te fazem sair bem lindona na rua pra pagar mico. Bem assim:
Imagem via Google
Mas uma das principais características do Chá de panela é que menino não entra, e atualmente isso virou sinônimo de festas lindas e cor-de-rosa de princesa, do tipo tão lindas que dá vontade de fazer uma por mês, olha só:
Imagens via Casamenteiras
Chá de lingerie
O chá de lingerie segue a linha do menino não entra, e sogra e tiazonas mais velhas também não. As convidadas levam de presente para a noiva lingeries pra ela usar depois de casada ou produtos de beleza. Geralmente rolam brincadeiras mais hot e aulas de strip ou alguma drag queen vai animar a festa. Esse definitivamente não faz meu estilo pelo fato de:
1. eu não gosto de brincadeiras desse tipo nem de falar da minha intimidade 
2. odeio ganhar calcinha de presente 
3. eu nunca na vida ia fazer aulas de strip, imagina na frente das minhas amigas. 
Imagem via ocantinhodanoiva.blogspot.com
Imagem via Casamenteiras
Chá Bar
O chá bar tem duas versões. A versão original e machista é a de uma festa para o noivo (menina não entra) onde os convidados levam presentes para o noivo usar depois de casado: artigos para o Bar da casa. Ou seja: você ganha baldes, vassouras e panelas e ele ganha copos, bebidas e baldes de gelo. Acho essa festa um tanto machista e também não teremos bar em casa nem costume de beber.
A segunda versão do Chá Bar é uma festa onde vão os casais amigos e familiares dos noivos. Os convidados levam presentes semelhantes aos do chá de panela, e a decoração é mais tranqüila, por ser uma festa mais adulta e também pela presença de homens na festa. 
Imagens via Casamenteiras
Optamos pela segunda versão do chá bar, já que podemos fazer uma festa só e dessa forma contemplamos homens, mulheres e principalmente as meninas que não andam sem o marido/namorado e vice-versa. Só morro de dó porque eu bem queria uma festa frufruzenta, cheia de cor-de-rosa, coisinhas lindas, cupcakes, etc. 
Mas eu só vou contar o que vai rolar no chá quando tudo começar a ficar pronto. Sabe como é né? Dá azar contar antes. Mas sou mega aberta a sugestões viu? Beijos!