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Festa: Bodas de Pérola dos meus pais

- casamento, pessoal

Oieee!!! Essa semana é de festa aqui em casa! Ueba! Ontem meus pais  celebraram 30 anos de casados, e pra isso organizamos um pequeno jantar de Bodas de Pérolas. Sim, se você não sabe, a cada tantos anos de casados existe uma boda correspondente. Se tu é curiosa como eu, dá uma olhada nessa tabela aqui pra saber todas as bodas que existem.

Enfim, o jantar foi bem pequeno, somente para algumas pessoas da família, num restaurante perto de casa. Eu e minha irmã fizemos o bolo, encomendamos bem-casados e tudo foi bem em clima de família. Aliás vou contar pra vocês que deu um trabalhão fazer esse bolo viu? Tem que ficar tudo bonitinho, porque não vai cobertura, então deu uma boa tarde na cozinha.

  Depois de tudo acertado, tínhamos uma dúvida na cabeça: o que nós iríamos vestir? Todas as festas de bodas que já fomos tinham tom de casamento, mais formais e chiques. Não poderíamos ir muito simples, mas  não queríamos estar arrumadas demais.

Me lembrei de uma foto que vi um tempo atrás da minha diva Débora Alcântara com um macacão maravilindo da Naguchi e me lembrei que tinha um bem parecido na Pompéia. Me soou perfeito pra ocasião! Macacões são peças versáteis que podem migrar de looks diurnos para noturnos facilmente, sem deixar de serem informais.

 

A festa estava ótima, todo mundo se divertiu, e vou dizer pra vocês: nunca deixem de celebrar algum momento ou alguma ocasião por falta de dinheiro, ou por não poder fazer uma festa de arromba. Embora eu tenha certeza de que meus pais deixaram de convidar muitas pessoas queridas por questões de orçamento, sei que eles se divertiram muito e que todos os que estavam lá presentes estavam de coração e celebrando junto com nossa família!

Papo noiva: Minha cerimônia religiosa

- casamento

Como eu já disse aqui, meu casamento foi bem simples, sem muita pompa, mas fiz questão de que tudo fosse de bom gosto, e o mais semelhante ao casamento dos sonhos que coubesse no nosso orçamento. Desde pequena, sempre quis um casamento como o dos filmes, ao ar livre, com aquelas cadeirinhas tiffany e uma tenda cheia de flores. Bom, a grana não deu pra tanto, mas conseguimos fazer a cerimônia ao ar livre, e tinham cadeirinhas, só não eram tiffanys, haha. Escolhemos o salão da AABB, por ter um espaço grande do lado de fora, que permitisse a montagem da nave e do altar.
Pedi para a decoradora montar tudo saindo da porta lateral do salão, para que os convidados não me vissem entrando. Ela montou um arranjo de 50 cadeiras de cada lado, e criou uma espécie de altar com muitas malhas e um console de madeira com flores. Simples e bonito! Do jeitinho que eu queria. O único problema foi que quando eu marquei a data do casamento, achei que ainda estaria um pôr-do-Sol por volta das sete horas, mas na verdade meu pai acabou se atrasando e a cerimônia saiu às 19:30h, e já estava noite.


Um dos nossos dilemas ao fazer a cerimônia ao ar livre foi quem realizaria, de fato, a cerimônia. Fomos ao cartório pedir para que o Juiz de Paz a fizesse. Além de nos cobrar uma taxa de 300 reais para o deslocamento, foi cobrada uma taxa de 120 reais de combustível, e fomos informados de que se houvesse mais de dois minutos de atraso, o juiz iria embora e nós não teríamos nosso dinheiro de volta. Foi um desespero. Padres não casam fora da igreja, e o reverendo da Igreja Anglicana nos cobrou 650 reais para ir até o salão. Muito religioso da parte dele ficar nos explorando, né? Chorei minhas pitangas porque não queria me casar na igreja, até porque não curto muito a religião católica, e tenho um marido que é quase ateu. Por acaso contei minha ladainha para minha tia, que é evangélica, e ela me apresentou o pastor Euclides, pessoa maravilhosa, que celebrou nosso casamento de forma muito diferente, divertida, e sem cobrar um tostão. Todos gostaram, a cerimônia foi super agradável, e no final tudo deu certo.

Como nos filmes, quis que as minhas madrinhas usassem todas a mesma cor de roupa, porque seria muita judiaria fazê-las usar o mesmo modelo de vestido, já que temos loira, morena, alta, baixa, gorda, magra, periguete, discretas, etc. Uma outra escolha foi de que todas carregassem um buquê de flores, e achei muito fofo a sugestão da florista de fazer um amarrado de mosquitinho com uma fita lilás, da cor dos seus vestidos. Ficou fofo e discreto, como eu queria. Os padrinhos não combinaram traje porque além de ser bem mais caro, a maioria não queria colocar gravata lilás. Ah, esses homens, viu? A coisa mais fofa de tudo sem dúvida foi minha daminha linda, a Duda. A Dudinha dança com a gente lá no CTG, e é neta da nossa coordenadora, a Tia Neiva. A gente tava superpreocupado porque não temos meninas na família, e por isso, não teríamos uma daminha. Daí que umas duas semanas antes do casamento, aparece a Dudinha no nosso ensaio. Bateu a ideia, a avó dela topou, a mãe também valeu Letícia! e a Duda amou a ideia. Daí era procurar um vestido, com 15 dias de antecedência, pra ela usar no casamento. Nas lojas de aluguel daqui da minha cidade, um vestido de daminha tá custando 250 reais, por uma noite, e parecem mini vestidos de noiva. Não era isso que eu queria. Queria que a Duda parecesse uma criança, não uma boneca. Queria um vestido florido, leve, sem 30 saias de tule e um bambolê para segurar a armação. Me revoltei master. Fui até a loja de tecido, gastei 30 reais, sentei na máquina de costura e fiz um vestidinho do jeito que eu queria, e pude dá-lo de presente pra ela, que ficou toda faceira com o mimo.
E no final, foi tudo muio rápido, muito lindo, e na verdade não me lembro de muita coisa, é engraçado. Não fui uma noiva chorona, morri de vergonha de falar na frente de todos, e me lembro de tremer o tempo todo. Espero que vocês tenham gostado de ver mais esse pedacinho do meu casório e em breve trago mais fotos pra vocês verem. Beijinhos!