Livros e filmes que marcaram minha vida

- filmes, livros, TV

Sou uma grande fã de histórias em geral, mas sempre tem alguma que marca a gente mais do que a outra. E essas histórias geralmente chegam na gente como livros ou filmes, e hoje vou falar das histórias que me marcaram, desde a minha infância.

O pequeno príncipe
Li o livro do meu pai pela primeira vez quando tinha uns 10 anos. Não entendi nadinha, só que a rosa era muito chata. Depois li de novo lá pelos 15 anos. Fiz algum entendimento sobre o livro. Depois li de novo uns anos depois. A compreensão já era outra. E acho que isso é o mágico desse livro. A gente faz uma leitura diferente dependendo do momento em que estamos em nossa vida. É um livro que amadurece junto com a gente. Amo.
Uma linda mulher
Foi o primeiro filme “de adulto” que eu vi na vida. Não lembro a idade que eu tinha, mas me lembro que todas as crianças da minha idade falavam de Esqueceram de mim. Na época não entendi nada da história e não me lembro de prestar muita atenção no filme. Mas me senti muito adulta ao assistir aquele filme, a ainda hoje ejo quando tá passando em alguma Sessão da tarde ou something. 
Orgulho e preconceito

Minha mãe me deu uima versão desse livro quando eu fiz quatorze anos. Ela o ganhou com mais ou menos essa idade, e me deu o livro dela. Me apaixonei pela história, li muitas vezes desde então. Quando saiu o filme, perturbei meu pai até conseguir assitir. Da primeira vez que vi o filme, me lembro de dizer pra mãe, olha mãe! A Elizabeth é igualzinha, até a risada! E a Jane, olha! Agora dou risada da minha reação, mas foi exatamente assim. Adoro essa capacidade que os livros têm de despertar nossa imaginção, de nos fazer idealizar coisas em nossa mente, fazer uma figura perfeita, tal qual um filme, e não esquecer mais. E o mais divertido nesse filme foi que a maioria das coisas era muito igual ao filme que tinha na minha mente.

Clueless

Símbolo da minha puberdade, hahaha. O filme é um ícone dos anos 90, e a Cher é tudo o que uma menina da minha época queria ser. Todas tinham lápis com pompom, meias compridas e sapatos Mary Jane com solado plataforma. Ainda hoje gosto de assistir, tanto o filmequanto a série, me lembra muito de quando estávamos nessa fase de transição para a adolescência e ainda dou risada da Amber.
O diário da princesa

O livro, não o filme. Não que o filme não seja bom, mas acho que os livros contam a história de uma forma tão legal, tão característica da Mia, e nos filmes isso totalmente se perdeu. Mia é louca, e muito da personalidade dela desaparece no filme, além do que a Grandmére boazinha não é tão divertido. Foi  o único livro na minha vida que eu li 7 volumes na corrida, e se não fosse a faculdade, teria lido os 10. Adoro.
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